terça-feira, 28 de junho de 2011

THEOLOGIZANDO:


Expiação Limitada
por
Rev. Gise J. Van Baren


Uma grande verdade que tem sempre sido enfatizada pela igreja fiel de Cristo é a verdade da expiação. Para definir ainda mais a idéia escriturística de “expiação”, as igrejas da Reforma, calvinistas, falam de expiação “limitada”. É vital para os filhos de Deus entender o que está envolvido na verdade da expiação “limitada”. Esta verdade concerne ao próprio cerne da vida espiritual de alguém.

Expiação

A palavra “expiação” é usada muitas vezes no Antigo Testamento, mas somente uma vez no Novo Testamento: em Romanos 5:11  e isto somente em algumas versões. A palavra “expiação” é um termo teológico que é muito incomum. A maioria dos termos ou palavras usadas para descrever as doutrinas escriturísticas na língua inglesa são palavras derivadas ou do grego ou do latim. Mas isto não é verdade com respeito à palavra “expiação”. Esta palavra é de origem inglesa ou anglo-saxônica. Ela é composta de duas palavras: “em” e “um” [“at” e “one”, pois expiação em inglês éatonement]. A palavra “expiação” sugere, portanto, uma habitação conjunta, fazer de algo que tinha sido divido apenas um.

Uma das idéias básicas da palavra hebraica e grega para “expiação” é aquela de cobrir. A expiação é aquilo que cobre ou oculta. “Expiação” representa uma dívida que é paga, e, portanto, “coberta”. Alguém pode ilustrar esta idéia falando de uma dívida a um banco. Se uma pessoa é incapaz de fazer o pagamento da dívida que ela deve ao banco, e se um amigo voluntariamente paga esta dívida por ele, então, esta dívida é coberta e o homem está livre de toda obrigação. Tal é a idéia da expiação.

A palavra “expiação” como um termo teológico trata do relacionamento que existe entre Deus e o homem. A palavra sugere, em primeiro lugar, que há uma unidade ou união entre Deus e o homem  um “at-one-ment” [“em-um-acordo”]. Em segundo lugar, contudo, a palavra implica que houve algo que dividiu estes dois. Este algo foi o pecado no qual ele andou em rebelião contra Deus. Terceiro, expiação nos lembra que foi encontrado uma maneira de unir os dois, Deus e homem, por meio de um pagamento que remove a culpa do pecado. Finalmente, há implicado na palavra “expiação” uma consciência dentro da pessoa de que o mal que anteriormente causou a divisão, foi agora removido.

A Expiação que é “Limitada

A segunda palavra que devemos entender é a palavra “limitada” na forma como ela é usada para descrever a expiação. A palavra é de certo modo desafortunada, pois ela pode ser facilmente mal entendida. Quando falamos da “expiação limitada” de Cristo, não queremos dizer que a expiação é de alguma forma limitada no que diz respeito ao seu poder. Antes, a palavra “limitada” é usada para descrever a verdade escriturística de que a expiação não cobre todos os homens, mas somente um certo grupo  os eleitos de Deus, escolhidos antes da fundação deste mundo. É esta verdade que devemos considerar.


A expiação se refere à morte de Jesus Cristo na cruz, cuja morte serviu como pagamento pela culpa do pecado.


A questão que se levanta repetidamente é, “Por quem Cristo morreu?”


Você pode saber que há aqueles, algumas vezes chamados “arminianos” (ou “livre-arbitristas”), que ensinam que Cristo morreu por todos os homens sem exceção. Esta idéia se tornou muito popular  mesmo dentro de círculos reformados onde ela foi historicamente condenada. Ela é popular porque ela apela ao homem  apesar de não ser baseada na Escritura.


O segundo dos “Cinco Pontos do Arminianismo”, escrito em 1610 na Holanda, declara isso sobre a expiação de Cristo, “Que, em concordância com isso, Jesus Cristo, o Salvador do mundo, morreu por todos e cada um dos homens, de modo que obteve para todos, por sua morte na cruz, reconciliação e remissão dos pecados; contudo, de tal modo que ninguém é participante desta remissão senão os crentes, segundo a Palavra do Evangelho em João 3:16: 'Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna'”. E, na Primeira Epístola de João 2:2, 'E ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo'”.


O arminiano entende a expiação da cruz assim: ela é universal, isto é, por todos. Um vasto número de hinos evangélicos inclui esta mesma idéia. Estes retratam um Cristo que morreu por todos os homens  e agora Ele espera a reação e resposta do pecador.

Este erro do arminiano, contudo, não é ensinado na Bíblia. Que Cristo morreu somente por um grupo específico, chamado na Escritura de “os eleitos”, é evidente de muitas passagens da Sagrada Escritura. Uma declaração clara com respeito à extensão da obra de Cristo foi dada por José, o marido de Maria, num sonho. O anjo disse a José, “E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de JESUS, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mateus 1:21). O próprio nome “Jesus” é derivado de duas palavras significando “Jeová salva”. O nome “Jesus” é, portanto, um nome extremamente belo e descritivo. Ele lembra da verdade escriturística de que se um povo há de ser salvo dos seus pecados, é Jeová quem deve salvá-los. Nenhum pecador morto pode se livrar por si só dos seus pecados. Somente Jeová, o Deus imutável, pode fazê-lo. Agora o anjo informa especificamente José de que o bebê que nasceria da Virgem Maria seria chamado “Jesus”, porque Ele salvaria o Seu povo dos seus pecados. Sua obra seria libertar um povo específico, o Seu povo. A obra da salvação, então, não cobre todos os homens, mas é limitada ao Seu povo.

Outra passagem da Escritura que indica a extensão da expiação da cruz é João 10. No verso 11 Jesus diz, “Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas”. Novamente no verso 15 Jesus declara, “Eu dou a minha vida pelas ovelhas”. E em contraste com este sacrifício voluntário por Suas ovelhas, há o fato apresentado no verso 26 de que algumas pessoas não são ovelhas de Jesus. Jesus diz, “Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas”. A distinção que Jesus faz é muito clara. Ele fala de dois grupos de pessoas: Suas ovelhas e aqueles que não são Suas ovelhas. Pelo primeiro grupo, Jesus deu a Sua vida; Ele morreu pelas Suas ovelhas. Pelo último grupo, Jesus não morreu; eles não são Suas ovelhas. Portanto, também, eles não creêm nEle. Novamente aqui é muito claro que o pagamento que Jesus fez pelo pecado na cruz é um pagamento por um grupo específico de pessoas  não um pagamento pelos pecados de todo mundo.

Novamente lemos em João 17:9, “Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus”. Jesus não está falando aqui somente dos Seus discípulos, mas também de todos aqueles que creriam em Seu Nome através da palavra deles (veja verso 20). Jesus insiste que Ele ora somente por aqueles que o Pai Lhe deu. Ele não ora pelo mundo. A conclusão deve ser óbvia. Aqueles por quem Jesus ora são aqueles por quem Ele estava prestar a ir até a cruz. Ele não ora pelo mundo porque Ele não morreu por eles. Certamente, tivesse Ele morrido por todos os homens, Ele oraria por eles também.

Eu chamo a sua atenção para o final da passagem. Lemos em Romanos 8:32, “Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes, o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?” Note que o apóstolo enfatiza que Deus não deu o Seu Filho por todos, mas por nóstodos. Esta é uma diferença óbvia. O “nós” refere-se à igreja em Roma  e por extensão, às igrejas de todas as eras. O “todos” neste texto representa o número total da igreja de Deus. Cristo morreu por eles.

O Que Dizer de Certos Textos da Escritura?

Há, contudo, um grupo de passagens na Bíblia que parecem substanciar a idéia de uma expiação universal. Uma das mais freqüentemente citadas é 1 João 2:2: “E ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo”. Um outro texto que é bem conhecido é o de João 3:16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. E em João 6:51 Jesus diz, “Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer desse pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo”. Há outras passagens que expressam um pensamento similar.

A questão em cada um destes textos é a interpretação apropriada das palavras “todos” e “mundo”. Alguém que estude a Escritura, mesmo que superficialmente, logo descobrirá que estas duas palavras nem sempre significam cada indivíduo que vive ou viveu na terra. Repetidamente as palavras são usadas para apontar um grupo definido e limitado. Eu darei somente algumas poucas ilustrações disso. Eu já citei João 17:9, onde Jesus declara, “Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo”. Obviamente o termo “mundo” nesta passagem refere-se somente ao número total dos ímpios réprobos. Jesus não ora por este “mundo”. Mas o termo “mundo” refere-se também, na Escritura, à totalidade do povo escolhido de Deus. Isto é verdade em João 3:16 e passagens similares. Assim lemos em Romanos 5:18, “Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida”. Agora, obviamente o “todos os homens” que recebem o dom gratuito da justificação não inclui todo homem sobre a terra. Este é um grupo particular; é todo membro do corpo de Cristo. Assim também deve ser interpretada a passagem de 1 João 2:2. Cristo é apresentado ali como a propiciação para os nossos pecados, isto é, pelos pecados do apóstolo e daqueles a quem ele se dirigia; mas Cristo é também a propiciação para os pecados de todo o mundo  de todos aqueles de todas as eras que foram dados a Ele pelo Pai.

Porque a doutrina da expiação “limitada” é uma verdade escriturística, achamo-la expressa também nas confissões das igrejas reformadas. OCatecismo de Heidelberg, por exemplo, diz isto na Pergunta e Resposta 40: “Por que Cristo devia sofrer a morte? Porque a justiça e a verdade de Deus exigiam a morte do Filho de Deus; não houve outro meio de pagar nossos pecados”. E a Confissão de Westminster, capítulo 8, parágrafo 5, diz, “O Senhor Jesus, pela sua perfeita obediência e pelo sacrifício de si mesmo, sacrifício que pelo Eterno Espírito, ele ofereceu a Deus uma só vez, satisfez plenamente à justiça do Pai e para todos aqueles que o Pai lhe deu adquiriu não só a reconciliação, como também uma herança perdurável no Reino dos Céus”.

A Importância da Expiação Limitada

Esta verdade é significante e importante na vida da igreja e nas vidas de seus membros individuais.


Em primeiro lugar, ela dá ao filho de Deus a plena certeza de sua salvação. Se Cristo morreu deveras por todo homem que já viveu, eu nunca poderei estar certo de minha própria salvação. Se Cristo morreu por todos, e mesmo assim muitos perecem, que certeza eu posso ter de que serei salvo? Veja que tal visão, que além de tudo é anti-escriturística, pode levar somente alguém a duvidar sobre sua salvação.

Mas agora, à luz do testemunho da própria Escritura, alguém pode saber com certeza se ele é salvo e se entrará na glória celestial. Jesus morreu pelos pecados do Seu povo  aqueles dados a Ele pelo Pai. Quando Jesus morreu por eles, eles também receberam o Seu Espírito, que opera nos seus corações aquela vida que Cristo mereceu por eles. Tais pessoas são convertidas, confessando diante de Deus e dos homens que pertencem a Cristo. Estes são aqueles que clamam em arrependimento sincero, “Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!” (Lucas 18:13). E estes têm a certeza do perdão dos pecados e a certeza da vida eterna no céu. Ninguém pode tomar esta certeza deles. Ninguém pode destruir a fé deles. Estes não cairão da graça de Deus uma vez lhes dada. Estes encontrarão conforto e segurança em sua confissão, “Jesus morreu por mim”.

Mas ainda mais importante, esta verdade da Escritura de que Jesus morreu somente pelos pecados do Seu povo, é a única verdade que exalta o poder e a glória do Nome de Deus. Qualquer outra visão divergente detrata a glória do Seu Nome. Qualquer visão da expiação que sugira que a decisão final com respeito à salvação de alguém descansa no homem, detrata o poder e glória de Deus. Deus não compartilha Seu poder e glória com ninguém! Somente Ele é Deus! Ele tem poder absoluto. Ele determina do princípio ao fim. Ele determina o destino final de toda criatura  e Ele assim o faz em harmonia com Sua perfeita justiça.

Quando alguém considera apropriadamente o fato da expiação; quando alguém entende que aquele por quem Cristo morreu será certamente salvo ele não pode fazer nada, senão glorificar o Nome de Deus que opera tais maravilhas!


segunda-feira, 27 de junho de 2011

A SAGA DA MÚSICA GOSPEL:

Ele tornou a musica Gospel popular no mundo todo e abril um espaço gigantesco para esse segmento musical nos anos 60


O garoto pobre que teve vários empregos menores, inclusive o de motorista de caminhão e surgiu como um dos primeiros megastars, o maior vendedor de discos da história e mais recentemente o primeiro artista morto a colocar um single no topo das paradas (o remix de A little less conversation).

Mas Elvis ia além do sucesso incontestável na música e da polêmica revolução de costumes e “atitude” do rock . Elvis era patriota e uma pessoa muito religiosa. Seus biógrafos afirmam que ele nunca deixou por completo suas origens evangélicas.

Cantou em corais de igreja e sempre incluia canções religiosas em seus discos,tendo ganho um grammy com seu segundo disco gospel “How great thou art” em 1967.

Em um show realizado no estádio de Notre Dame, um grupo de fãs de Elvis levantou uma grande faixa diante do palco, medindo aproximadamente uns 18 metros com a frase: "Elvis, você é o rei". E Elvis parou e disse: "Não, Jesus Cristo é o Rei." Envergonhadas as fãs se sentaram e ele continuou o show.  

Seguem um vídeo de Elvis cantando no programa “The Ed Sullivan Show” em 1957 e outro “vídeo tributo” com a mesma música e melhor qualidade de som em seguida.



Essa música é sem dúvida a minha preferida de todas as gravações de Elvis e significa muito para mim. Vocês estão convidados a dividir comigo esse momento. (vejam também o vídeo de tributo no final do post, tem a música completa, como gravada no disco) 




Música: Peace in The Valley (For Me)Paz no vale (para mim)  Autor: Thomas Dorsey (1939) Intérprete: Elvis Aron Presley Álbum: Peace in The Valley (EP)
Ano: 1957
Oh well, I’m tired and so weary
Eu estou cansado e tão fraco
But I must go along
Mas eu tenho que seguir adiante
Till the Lord comes and calls, calls me away, oh yes
Até o Senhor chegar e me levar, me levar embora, sim
Well the morning’s so bright
A manhã é tão brilhante
And the lamb is the light
E o cordeiro é a luz
And the night, the night is as black as a sea, oh yes
E a noite, noite é tão escura, como um mar, é sim
There will be peace in the valley for me, some day
Haverá paz no vale para mim, um dia
There will be peace in the valley for me, oh Lord I pray
Haverá paz no vale para mim, oh Senhor eu peço
There’ll be no sadness, no sorrow
Não haverá mais tristeza, nem sofrimento
No trouble, trouble I see
Nem problemas, Nem problemas, eu vejo.
There will be peace in the valley for me, for me
Haverá paz no vale para mim, para mim
Well the bear will be gentle
O urso será gentil
And the wolves will be tame
E os lobos serão domesticados
And the lion shall lay down by the lamb, oh yes
E o leão se deitará ao lado da ovelha, oh sim
And the beasts from the wild
Todas as feras selvagens
Shall be led by a child
Serão conduzidas por uma criança
And I’ll be changed, changed from this creature that I am, oh yes
E eu serei transformado, transformado dessa criatura que eu sou, oh sim.
There will be peace in the valley for me, some day
Haverá paz no vale pra mim, um dia
There will be peace in the valley for me, oh Lord I pray
Haverá paz no vale pra mim, oh Senhor, eu peço
There’ll be no sadness, no sorrow
Não haverá tristeza ou sofrimento
No trouble, trouble I see
Nem problemas, nem problemas, eu vejo
There will be peace in the valley for me, for me
Haverá paz no vale pra mim, pra mim


Versão original da música nesse vídeotributo

sábado, 25 de junho de 2011

Como a Ciência Refuta o Ateísmo


Um dos grandes mitos do século 20, cuidadosamente preparado, alimentado e propagado por quase todos os meios de (des)informação (para além de mantido vivo com dinheiro público em escolas e museus) é o de que a ciência e o cristianismo são inimigos mortais.

Segundo reza o mito, a ciência só começou a florescer depois de se ter visto livre dos constrangimentos impostos pela fé cristã. Proeminentes crentes ateus (internacionais e portugueses) defendem a necessidade de uma cosmologia ateísta e naturalista como forma de manter a ciência "livre" de intermissões desnecessárias.
Mas será isto verdade? Será que temos que assumir o ateísmo (e ignorar o cristianismo) se queremos fazer verdadeira ciência?

Uma das formas de nós vêrmos como isto não é verdade é analisarmos o que está subentendido na actividade científica.

Quando um cientista se debruça para analisar uma determinada questão sobre o mundo e sobre o universo em que vivêmos, ele está implicitamente a assumir no mínimo 3 coisas:
1. Que o universo opera segundo princípios racionais
2. Que essa estrutura e composição é constante
3. Que a mente humana pode entender a composição do universo.
Em relação ao ponto 1, é preciso vêr que a expectativa de existir um universo que opera segundo leis racionais não faz parte da cosmologia ateísta, uma vez que segundo o ateísmo, o universo não tem uma Causa Racional. Segundo a religião ateísta, o universo é o resultado de uma explosão/expansão aleatória que ocorreu há biliões de anos atrás. (Só Deus sabe quantos anos vai ter o universo daqui a 10 anos portanto nem vou pôr aqui a "data actual"). Mais embaraçoso ainda é que existem ateus que acreditam que o universo veio do nada.

A Bíblia por outro lado diz que antes do Universo existir, já existia o Deus Triuno, e que Ele é a Fonte da racionalidade existente no universo. A posição cristã faz mais sentido das evidências uma vez que ela aponta uma Causa Racional para a racionalidade dentro do universo. A posição ateísta não faz sentido nenhum.
Outra pressopusição da ciência é a de que as leis da natureza que operam hoje são as mesmas que operaram ontem, e as mesmas que vão operar no futuro. Este é o velho princípio de indução ou o "problema da "Uniformidade da Natureza".

Se Deus não existe, como é que se explica que a natureza opere de uma forma previsível e constante? Se o universo é o resultado de forças aleatórias, como nos dizem os crentes ateus, porque é que o universo se comporta de uma forma não-aleatória no que toca ao seu funcionamento e às leis da natureza? Se os cientistas operassem assumindo crenças ateístas, seria impossível fazer ciência uma vez que não haveria justificação para se esperar que o futuro fosse como o passado.

A Bíblia, no entanto, oferece-nos o suporte ideológico fundamental para a actividade científica, uma vez que ela afirma que o Deus que criou o universo é um Deus Imutável e Constante (Hebreus 13:8, Malaquias 3:6). Ele afirma que as leis que Ele impôs vão-se manter enquanto o universo funcionar:
Jer 31:35. Assim diz o Senhor, que dá o sol para luz do dia, e a ordem estabelecida da lua e das estrelas para luz da noite, que agita o mar, de modo que bramem as suas ondas; o Senhor dos exércitos é o seu nome:
Jer 31:36. Se esta ordem estabelecida falhar diante de mim, diz o Senhor, deixará também a linhagem de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre.
Jer 31:37. Assim diz o Senhor: Se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados os fundamentos da terra cá em baixo, também eu rejeitarei toda a linhagem de Israel, por tudo quanto eles têm feito, diz o Senhor.
O ateísmo "ensina" que a mente humana é o resultado das mesmas forças aleatórias que geraram o universo. A nossa mente, segundo o ateísmo, é apenas uma composição de átomos e químicos e nada mais. Se isto fosse verdade, e se o ateu vivesse de acordo com isto, porque é que todos os cientistas assumem que a mente humana pode entender o universo? Para que é que nós precisamos de saber as fórmulas das Leis de Newton para propagar os nossos genes? Isto parece ser um "extra" não necessário para a nossa sobrevivência do dia à dia (caçar e procriar).

Do ponto de vista Bíblico, não há mistério nenhum. A Bíblia ensina-nos que a Mente que criou o Universo criou também a nossa mente, e que à nossa mente foi criada à Imagem da Mente que criou o Universo. Faz todo o sentido que Deus dê aos homens a capacidade de entender o universo como forma de nós sabermos que Ele é o Criador. A actividade científica assume que a nossa mente é mais do que uma composição aleatória de químicos, posição que é garantida pela Bíblia e destruída pelo ateísmo.

Conclusão:
Como se pode vêr no que foi dito em cima, longe de ser uma inimiga da ciência, a cosmologia judaico-cristã garante-nos as pressopusições cardinais para a actividade científica. Por outro lado, o ateísmo, ao postular uma causa não-inteligente para o universo (e para a mente humana), destrói toda a pretensão de suporte necessário para a ciência.
A ciência, quando propriamente entendida, é uma arma devastadora contra o ateísmo.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Quando o Homen Esquece Deus

Para os ATEUS convictos:


Ganhador do Prêmio Nobel Aleksander Solzhenitsyn foi convidado para explicar agrandes tragédias que ocorreram sob o regime brutal comunista que ele e concidadãos padeceu sob.
Aleksander Solzhenitsyn declarou o seguinte em relação ao ateísmo:

"Mais de meio século atrás, quando eu ainda era uma criança, eu lembro de ter ouvido um número de pessoas idosas oferecem a seguinte explicação para os grandes desastres que se abateu sobre a Rússia:


"Os homens se esqueceram de Deus; é por isso que tudo isso aconteceu."
Desde então, tenho gasto quase 50 anos trabalhando na história da nossa revolução; no processo li centenas de livros, coletou centenas de testemunhos pessoais, e já contribuiu com oito volumes da minha própria obra para o esforço de jogar o entulho deixado por essa reviravolta.
Mas se me pedissem hoje para formular, tão brevemente quanto possível, a principal causa da revolução ruinosa que engoliu cerca de 60 milhões de nosso povo, eu não poderia colocá-lo com mais precisão do que repetir: "Os homens se esqueceram de Deus; é por isso que tudo isso que aconteceu. "

O que é GNOSTICISMO?


Nome derivado do termo grego gnosis (conhecimento), os gnósticos tornaram-se uma seita que defendia a posse de conhecimentos secretos que, segundo eles, tornava-os superiores aos cristãos comuns que não tinham o mesmo privilégio. O movimento surgiu a partir das filosofias pagãs anteriores ao Cristianismo, que floresciam na Babilônia, Egito, Síria e Grécia (Macedônia). Ao combinar filosofia pagã, alguns elementos da Astrologia e mistérios das religiões gregas com as doutrinas apostólicas do Cristianismo, o gnosticismo tornou-se uma forte influência na Igreja.

A premissa básica do gnosticismo é uma cosmovisão dualista. O Supremo Deus Pai emanava do mundo espiritual "bom". A partir dele, procediam sucessivos seres finitos (éons), quando um deles (Sofia) deu à luz a Demiurgo (deus criador), que criou o mundo material "mau", juntamente com todos os elementos orgânicos e inorgânicos que o constituem. 

Cristãos gnósticos, como Marcião (160 d. C.) e Valentim, ensinavam que a salvação vem por meio de um desses éons, Cristo, que se esgueirou através dos poderes das trevas para transmitir o conhecimento secreto (gnosis) e libertar os espíritos da luz, cativos no mundo material terreno, para conduzi-los ao mundo espiritual mais elevado. Cristo, embora parecesse ser um homem, nunca assumiu um corpo físico; portanto, não foi sujeito às fraquezas e emoções humanas. Jesus não veio em carne! 

Algumas evidências sugerem que uma forma incipiente de gnosticismo surgiu na era apostólica e foi o tema de várias epístolas do Novo testamento no combate a essas heresias (I João; epístolas pastorais). A maior polêmica contra os gnósticos apareceu, entretanto, no período patrístico, com os escritos apologéticos de Irineu (130-200), Tertuliano (160-225) e Hipólito (170-236). O Gnosticismo foi considerado um movimento herético pelos cristãos ortodoxos. Atualmente, é submetido a muita pesquisa, devido às descobertas dos textos de Nag Hammadi, em 1945/46, no Egito. Muitas seitas e grupos ocultistas demonstram alguma influência do antigo Gnosticismo.

terça-feira, 21 de junho de 2011

MEDITAÇÃO DO MÊS:


 

Examinando Nosso Arrependimento

 

Thomas Watson

Nascido em 1620, Thomas Watson estudou em Cambridge (Inglaterra). Em 1646, iniciou um pastorado de dezesseis anos em Londres. Entre suas principais obras, estão o seu famoso Body of Pratical Divinity (Compêndio de Teologia Prática), publicado postumamente em 1692.


Se alguém diz que se arrependeu, desejo que examine-se a si mesmo, seriamente, por meio dos sete... efeitos do arrependimento delineados pelo apóstolo em 2 Coríntios 7.11.

1. Cuidado. A palavra grega significa uma diligência intensa ou um esquivar-se atento de todas as tentações ao pecado. O homem verdadeiramente arrependido foge do pecado como Moisés fugiu da serpente.

2. Defesa. A palavra grega é apologia. O sentido é este: embora tenhamos muito cuidado, podemos cair no pecado devido à força da tentação. Ora, nesse caso, o crente arrependido não deixa o pecado supurar em sua alma; antes, julga a si mesmo por causa de seu pecado. Derrama lágrimas perante o Senhor. Clama por misericórdia em nome de Cristo e não O deixa, enquanto não obtém o seu perdão. Assim, em sua consciência, ele é defendido da culpa e se torna capaz de criar uma apologia para si mesmo contra Satanás.

3. Indignação. Aquele que se arrepende levanta o seu espírito contra o pecado, assim como o sangue de alguém sobe quando ele vê um indivíduo a quem odeia mortalmente. A indignação significa ficar importunado no coração por causa do pecado. O penitente sente-se inquieto consigo mesmo. Davi chamou a si mesmo de “ignorante” e “irracional” (Sl 73.22). Agradamos mais a Deus quando arrazoamos com nossa alma por conta do pecado.

4. Temor. Um coração sensível é sempre um coração que teme. O penitente sentiu a amargura do pecado. Este vespa o ferrou, e agora, tendo esperança de que Deus está reconciliado, ele teme se aproximar novamente do pecado. A alma penitente está cheia de temor. Tem medo de perder o favor de Deus, que é melhor do que a vida, e receia que, por falta de diligência, fique aquém da salvação. A alma penitente teme que, depois de amolecido o seu coração, as águas do arrependimento sejam congeladas, e ela seja endurecida no pecado novamente. “Feliz o homem constante no temor de Deus” (Pv 28.14)... Uma pessoa que se arrependeu teme e não peca; uma pessoa que não tem a graça de Deus peca e não teme.

5. Desejo intenso. Assim como o bom tempero estimula o apetite, assim também as ervas amargas do arrependimento estimulam o desejo. O que o penitente deseja? Ele deseja mais poder contra o pecado, bem como ser livre deste. É verdade que ele está livre de Satanás; mas anda como um prisioneiro que escapou da prisão com algemas nas pernas. Ele não pode andar com liberdade e destreza nos caminhos de Deus. Deseja, portanto, que as algemas do pecado sejam removidas. Ele quer ser livre da corrupção. Clama nas mesmas palavras de Paulo: “Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm 7.24). Em resumo, ele deseja estar com Cristo, assim como tudo deseja estar em seu devido lugar.

6. Zelo. Desejo e zelo são colocados lado a lado a fim de mostrar que o verdadeiro desejo se manifesta em esforço zeloso. Oh! como o crente arrependido se estimula nas coisas pertinentes à salvação! Como se empenha para tomar por esforço o reino de Deus (Mt 11.12)! O zelo incita a busca pela glória. Ao se deparar com dificuldades, o zelo é encorajado pela oposição e sobrepuja o perigo. O zelo faz o crente arrependido persistir na tristeza santa mesmo diante de todos os desencorajamentos e oposições. O zelo desprende o crente de si mesmo e leva-o a buscar a glória de Deus. Paulo, antes de sua conversão, era enfurecido contra os santos (At 26.11). Depois da conversão, ele foi considerado louco por amor a Cristo: “As muitas letras te fazem delirar!” (At 26.24). Paulo tinha zelo e não delírio. O zelo causa fervor na vida espiritual, que é como fogo para o sacrifício (Rm 12.11). O zelo é um estímulo para o dever, assim como o temor é um freio para o pecado.

7. Vindita. Um crente verdadeiramente arrependido persegue os seus pecados com uma malignidade santa. Busca a morte dos pecados como Sansão queria vingar-se dos filisteus pelos seus dois olhos. O crente arrependido age com seus pecados da mesma maneira como os judeus agiram com Cristo. Ele lhes dá fel e vinagre para beberem. Crucifica as suas concupiscências (Gl 5.24). Um verdadeiro filho de Deus busca a ruína daqueles pecados que mais desonram a  Deus... Com o pecado, Davi contaminou o seu leito; depois, pelo arrependimento, ele inundou seu leito com lágrimas. Os israelitas pecaram pela idolatria e, posteriormente, viram como desgraça os seus ídolos: “E terás por contaminados a prata que recobre as imagens esculpidas e o ouro que reveste as tuas imagens de fundição” (Is 30.22)... As mulheres israelitas que haviam se vestido à moda da época e, por orgulho, tinham abusado do uso de seus espelhos ofereceram-nos depois, tanto por zelo como por vingança, para o serviço do tabernáculo de Deus (Êx 38.8). Com o mesmo sentimento, os mágicos... quando se arrependeram, trouxeram seus livros e, por vindita, queimaram-nos (At 19.19).

Estes são os benditos frutos e resultados do arrependimento. Se os acharmos em nossa alma, chegamos àquele arrependimento do qual nos arrependeremos (2 Co 7.10).


Extraído de The Doctrine of Repetance, reimpresso por The Banner of Truth Trust.
Traduzido por: Wellington Ferreira
Copyright© Editora FIEL 2009.

CONFERÊNCIAS MISSIONÁRIAS:

EVENTO EVANGELISTICO EM SERRA TALHADA-PE

segunda-feira, 20 de junho de 2011

NOTÍCIAS GOSPEL:


Após derrame, Harold Camping é liberado do hospital para ver o “fim do mundo” em casa

Após derrame, Harold Camping é liberado do hospital para ver o “fim do mundo” em casa
O pregador Harold Camping da Family Radio Network, conhecido pela sua previsão errada sobre o arrebatamento e fim do mundo, será liberado de um hospital de Oakland, Califórnia, onde foi tratado de um acidente vascular cerebral ligeiro, disseram funcionários da Family Radio na segunda-feira.
Craig Hulsebos, locutor de rádio em vários programas na Family Radio, anunciou durante uma transmissão na segunda-feira que é esperado que Camping seja liberado do hospital hoje.
Rosa, uma telefonista na Family Radio, também confirmou a notícia da liberação de Camping do hospital.
“Nós iremos transmitir programas pré-gravados do Open Forum até novo aviso”, disse ela ao CP na segunda-feira.
Camping, de 89 anos, sofreu um infarto ligeiro na noite de quinta-feira, disse a Family Radio em um comunicado enviado ao The Christian Post na segunda-feira.
“Ele encontra-se atualmente se recuperando num hospital local e os médicos estão satisfeitos com o seu progresso. A família do Sr. Camping aprecia os vossos pensamentos e orações”, diz a declaração.
Uma mulher que se identificou como esposa de Camping, de nome Shirley, disse ao CP no domingo que o seu marido estava “passando muito bem” e que seu infarto não era “nada sério”.
De acordo com o The Oakland Tribune, um vizinho de Camping havia informado que o acidente vascular cerebral teria afetado o discurso do pregador de rádio, fazendo-o ter dificuldades na fala.
Empregados em estações da Family Radio Network dizem não ter recebido qualquer informação acerca do seu presidente sobre se ele estaria em condições ou não para continuar o programa Open Forum, onde ele responde ao vivo às perguntas de ouvintes de rádio, todas as noites da semana.
“Ele precisa de descanso”, comentou ao CP, Suong Tran, diretor de relações públicas da KFRN, uma estação de rádio da Family Radio Network, em Long Beach, Califórnia.
“Ele é muito apaixonado pela Bíblia, partilhar e ensinar, por isso, se o médico lhe disse para ficar em casa em repouso, ele faria isso a partir de casa”.
Harold Camping foi manchete no mês passado com a sua previsão que o arrebatamento e o Dia do Juízo Final ocorreriam a 21 de maio. Mais tarde, ele ajustou a sua previsão, dizendo que o julgamento veio num sentido “espiritual” nesse dia e não de forma física com terremotos.
Nas transmissões da Family Radio após a sua previsão ter errada do Arrebatamento, Camping manteve que a sua previsão do Fim do Mundo continua correta e ainda está prevista para 21 de outubro, 2011.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Homofobia, um esclarecimento necessário


A palavra homofobia está na moda. No mundo inteiro discute-se a questão do homossexualismo. Em alguns países já se aprovou a lei do casamento gay. Aqui no Brasil, tramita no congresso um projeto de lei (PL 122/2006), que visa a criminalização daqueles que se posicionarem contra a prática homossexual. O assunto que estava adormecido, em virtude de firme posição evangélica contra o referido projeto de lei, mormente na efervescência da campanha política de 2010, ganhou novo fôlego com a nova proposta da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que pleiteia a reclusão de cinco anos, em regime fechado, para quem se posicionar publicamente contra o homossexualismo. Diante desse fato, quero propor algumas reflexões:
Em primeiro lugar, esse projeto de lei fere o mais sagrado dos direitos, que é a liberdade de consciência. Que os homossexuais têm direito garantido por lei de adotarem para si o estilo de vida que quiserem e fazer suas escolhas sexuais, ninguém questiona. O que não é cabível é nos obrigar, por força de lei, concordar com essa prática. Se os homossexuais têm liberdade de fazer suas escolhas, os heterossexuais têm o sagrado direito de pensar diferente, de serem diferentes e de expressarem livremente o seu posicionamento.
Em segundo lugar, esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais. O respeito ao foro íntimo e à liberdade de consciência é a base de uma sociedade justa enquanto a liberdade de expressão é a base da democracia. Não podemos amordaçar um povo sem produzir um regime totalitário, truculento e opressor. Não podemos impor um comportamento goela abaixo de uma nação nem ameaçar com os rigores da lei aqueles que pensam diferente. Nesse país se fala mal dos políticos, dos empresários, dos trabalhadores, dos religiosos, dos homens e das mulheres e só se criminaliza aqueles que discordam da prática homossexual? Onde está a igualdade de direitos? Onde está o sagrado direito da liberdade de consciência? Onde o preceito da justiça?
Em terceiro lugar, esse projeto de lei degrada os valores morais que devem reger a sociedade. O que estamos assistindo é uma inversão de valores. A questão vigente não é a tolerância ao homossexualismo, mas uma promoção dessa prática. Querem nos convencer de que a prática homossexual deve ser ensinada e adotada como uma opção sexual legítima e moralmente aceitável. Os meios de comunicação, influenciados pelos formadores de opinião dessa vertente, induzem as crianças e adolescentes a se renderem a esse estilo de vida, que diga de passagem, está na contramão dos castiços valores morais, que sempre regeram a família e a sociedade. O homossexualismo não é apenas uma prática condenada pelos preceitos de Deus, mas, também, é o fundo do poço da degradação moral de um povo (Rm 1.18-32).
Em quarto lugar, esse projeto de lei avilta os valores morais que devem reger a família. Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27). Ninguém nasce homossexual. Essa é uma prática aprendida que decorre de uma educação distorcida, de um abuso sofrido ou de uma escolha errada. Assim como ninguém nasce adúltero, de igual forma, ninguém nasce homossexual. Essa é uma escolha deliberada, que se transforma num hábito arraigado e num vício avassalador. Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e santa entre um homem e uma mulher (Gn 2.24). A relação homossexual é vista na Palavra de Deus como abominação para o Senhor (Lv 18.22). A união homossexual é vista como um erro, uma torpeza, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28). A Palavra de Deus diz que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, a não ser que se arrependam dessa prática (1Co 6.9,10). Porém, aqueles que se convertem a Cristo e são santificados pelo Espírito Santo recebem uma nova mente, uma nova vida e o completo perdão divino (1Co 6.11).

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Frases:



“Minhas tentações têm sido minhas mestras de teologia”.
(Martinho Lutero)


"Não posso passar menos de quatro horas por dia na presença de Deus"
(Martinho Lutero)






quarta-feira, 8 de junho de 2011

Reflita:


MEDITAÇÃO DE JUNHO:


 

A Palavra Final de Deus

 

Tullian Tchividjian


William Graham Tullian Tchividjian é o pastor da Igreja Presbiteriana Coral Ridge em Ft. Lauderdale, Florida. É professor visitante de Teologia no Reformed Theological Seminary e neto do conhecido pregador e evangelista Billy Graham. É formado em filosofia pela Universidade de Columbia e obteve seu M.Div pelo Reformed Theological Seminary. Tullian é autor de vários livros e contribui como um dos editors do jornal Leadership Journal. Ele é preletor em diversas conferência teológicas nos EUA e faz um programa de rádio, com meditações e pregações. É casado com Kim, com quem tem três filhos Gabe, Nate, e Genna.


Nós, cristãos, temos uma tendência notável de focalizar quase exclusivamente o fruto do problema. Fazemos isso como pais ao lidar com nossos filhos; os pastores, com os membros da igreja; os maridos, com sua mulher; e as mulheres, com seu marido. Fazemos isso com nós mesmos. Por outro lado, o evangelho sempre trata das raízes do problema. E a raiz do problema não é o mau comportamento. O mau comportamento é o fruto de algo mais profundo.
Harold Senkbeil identifica corretamente nosso verdadeiro inimigo: a morte. Em outras palavras, os pecados são o fruto de um problema mais profundo, um problema que somente Deus pode resolver. A morte é a raiz do problema.
"Isto parece bom", ela pensou consigo mesma. Aquele fruto lustroso – ele clamava por ser comido, por ser desfrutado. E que experiência ampliadora seria esse desfrute – o conhecimento do bem e do mal, o Poderoso havia dito. Como ele poderia querer menos do que o melhor para os seus?
"Meu marido e eu seremos como o próprio Deus?", ela pensou. "Ora, como isso pode ser tão mau?"
A serpente foi sensata: era muito melhor conhecer o bem e o mal do que conhecer apenas o bem.
"Tome, coma um pouco." Ela passou o fruto suculento para o seu marido.
"É muito bom. Aliás, Adão, você sabe o que Deus queria dizer com a palavra – eu acho que era – ‘morrer’?"
Todo comportamento pecaminoso – até nos cristãos – tem sua origem na morte que aconteceu no Éden. Tratar do comportamento sem lidar com a morte é perpetuar a morte. Os fariseus eram mestres nisso, e Jesus os chamou de "sepulcros caiados". Muitos de nós, cristãos, somos culpados de cometer esse mesmo erro. Tendemos a pensar no evangelho como o programa de Deus para tornar pessoas ruins em pessoas boas e não para tornar pessoas mortas em pessoas vivas. O fato é que Jesus veio primeiramente para realizar uma ressurreição da morte e não uma reforma moral – como sua própria e ressurreição demonstram.
A seguinte citação foi extraída do excelente artigo de Senkbeil publicado no livro Justified: Modern Reformation Essays on the Doctrine of Justification(Justificado: Ensaios Reformados Modernos Sobre a Doutrina da Justificação):
Muitas pessoas acham que o dilema humano é que nossas vidas estão fora de ajuste; não satisfazemos as expectativas de Deus. Portanto, a salvação se torna um questão de reorganizar nossas prioridades e ajustar nosso estilo de vida para corresponder com a vontade de Deus. Em sua forma mais grosseira, este erro leva as pessoas a pensarem que merecem sua própria salvação. Mais freqüentemente, no mundo evangélico contemporâneo, o erro tem um disfarce mais sutil: armado com perdão por meio de Jesus, as pessoas são instadas a praticar técnicas e princípios que Cristo ensinou para colocarem novamente seu estilo de vida em harmonia.
É verdade que vidas pecaminosas estão fora de ajuste. Todos nós necessitamos do poder santificador do Espírito. Mas isso vem somente depois que nosso verdadeiro problema é resolvido. Os pecados são apenas o sintoma; o nosso verdadeiro dilema é a morte.
Deus advertiu Adão e Eva de que o conhecimento do mal viria a um preço elevado: "No dia em que dela [da árvore do conhecimento do bem e do mal] comeres, certamente morrerás" (Gn 2.17). Nossos primeiros pais quiseram ser como Deus e se mostraram dispostos a pagar o preço. E ainda estamos pagando o preço: "O salário do pecado é a morte" (Rm 6.23); "Em Adão, todos morrem" (1 Co 15.22); "Estando vós mortos nos vossos delitos e pecados" (Ef 2.1).
O verdadeiro problema que enfrentamos é a morte. A morte física, com certeza. Mas, em última análise e mais horrivelmente, a morte espiritual – ser separado de Deus para sempre. E todos têm de morrer. Você pode morrer sozinho ou morrer em Jesus.
Em sua morte, Jesus Cristo absorveu a nossa morte e ressuscitou triunfantemente para remover todo o poder do sepulcro. Na promessa da ressurreição, a morte perde seu poder. Quando morremos com Jesus, nós vivemos realmente!
A santificação consiste da compreensão diária de que em Cristo morremos e de que em Cristo ressuscitamos. Mudança de vida acontece à medida que o coração assimila diariamente a morte e a vida. Reforma diária é o fruto de ressurreição diária. Entender isso de outra maneira (o que sempre fazemos por costume) significa perder o poder e o principal ensino do evangelho. Em seu livro God in the Dock (Deus no Banco dos Réus), C. S. Lewis deixa claro o argumento de que "você não pode conseguir as coisas secundárias por colocá-las em primeiro lugar; você consegue as coisas secundárias somente por colocar as coisas prioritárias em primeiro lugar". O comportamento (bom ou mau) é uma coisa secundária.
Em nossos dias, espera-se que os pregadores sejam especialistas em "renovação moral cristã". Espera-se que eles ofereçam listas de "faça isto", em vez de anunciarem: "Está consumado". Espera-se que eles façam alguma outra coisa "mais do que" expor aos olhos de suas congregações a obra consumada de Cristo, pregando uma absolvição total baseada tão-somente na justiça completa de Outro. Evidentemente, a ironia é que a renovação moral não acontece mesmo quando os pregadores seguem essa pressão. Focalizar-me no como estou fazendo mais do que naquilo que Cristo fez é narcisismo cristão (um oximoro, se já ouvi um oximoro) – o veneno da auto-absorção que destrói o poder do evangelho em nossa vida. Marinho Lutero comentou que "o pecado que está por trás de todos os nossos pecados é a mentira da serpente de que não podemos confiar no amor e na graça de Cristo e de que temos de tomar as questões em nossas próprias mãos".
Em outras palavras, a renovação moral é refocalizar nossos olhos, removendo-os de nós mesmos e fixando-os na obediência daquele Homem, na cruz daquele Homem, no sangue daquele Homem – na morte e na ressurreição daquele Homem!
"Em meu lugar, condenado ele foi e com seu sangue meu perdão selou – aleluia! Que Salvador!"
Aprender a amar diariamente esta troca gloriosa, descansar em sua completude e viver sob a sua bandeira é o que significa ser moralmente reformado!

Traduzido por: Wellington Ferreira
Copyright©2011 Tullian Tchividjian
Copyright©2011Editora Fiel

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Protesto Pacifico contra a PLC 122

Manifestação histórica
“Na manifestação no dia 1º de junho contra o PL 122 e o Kit gay em Brasília, o povo de Deus deu um show. A demonstração de civismo de mais de 50 mil pessoas pode ser comparada à manifestação a favor do impeachment e Diretas Já, segundo assessoria de comunicação da Câmara. Então, diga a imprensa o número que quiser, nós promovemos uma das maiores manifestações políticas da história de Brasília. Parabéns aos líderes religiosos, políticos e, principalmente, ao POVO DE DEUS. Isto não foi trabalho de uma só pessoa, mas de milhares e milhares.

A luta não terminou, temos ainda muito trabalho a fazer. Vamos enviar e-mail para os Jornais O Globo (paulo@oglobo.com.br e silvia@oglobo.com.br), Folha de São Paulo (folhaemergencia@uol.com.br e politica@uol.com.br), Estadão (falecom.estado@grupoestado.com.br; forum@grupoestado.com.br e portal@grupoestado.com.br), Revistas Isto É (cartas@istoe.com.br) e Época! (epoca@edglobo.com.br). Esses veículos têm preconceito contra os evangélicos. As reportagens publicadas foram ridículas diante da importância da manifestação. E o Correio Braziliense não divulgou sequer uma nota (correioweb.df@dabr.com.br).

Parabéns a Rede Globo, Band, SBT, RedeTV!, CNT, Rede Boas Novas, TV Canções Novas, TV Câmara e TV Senado pela reportagem que fizeram do evento. Destaque para a Revista Veja e blog de Reinaldo Azevedo, que falam sobre o assunto. Enviem e-mail para eles.

E a TV Record? Essa emissora comprada com o dinheiro do povo de Deus está mais a serviço da causa homossexual do que do Reino de Deus. QUE VERGONHA BISPO EDIR MACEDO! Perguntem ao Senador Crivela (crivella@senador.gov.br) por que a Record não deu cobertura?

Até amanhã no máximo vocês terão na íntegra todo o evento no www.vitoriaemcristo.org.

Isso é só o começo, AVANTE POVO DE DEUS!”

Pr. Silas Malafaia


Assista aos telejornais que noticiaram a manifestação pacífica contra o PL 122:
Jornal da Band
Jornal do SBT

Fonte:
Vitória em Cristo



Assistam ao discurso de Silas Malafaia em Brasilia AQUI

sexta-feira, 3 de junho de 2011

PEDOFILIA NA IGREJA II


Vítimas belgas de padres pedófilos vão processar o papa Bento XVI


Cerca de 80 vítimas belgas de padres pedófilos e de pessoas igualmente criminosas ligadas à igreja vão processar o papa Bento 16, além de manter as ações judiciais contra a Igreja Católica do seu país, no Tribunal de Ghent.


Walter Van Steenbrugge, um dos advogados das vítimas, disse que o papa tem de ser responsabilizado porque é quem nomeia os bispos, e muitos deles acobertaram os pedófilos.
“A Santa Fé e o papa têm responsabilidade pelos erros”, afirmou. “A negligência [do papa] permitiu que se agravasse o problema.”

O Vaticano ainda não se manifestou sobre a decisão.

Em setembro de 2010, uma comissão instituída por iniciativa da igreja da Bélgica anunciou 500 pessoas que foram vítimas de padre na infância ou adolescência.

O bispo Roger Vangheluwe é um dos abusadores. Após o seu afastamento da diocese de Bruges, ele reconheceu ter assediado dois sobrinhos.

Vangheluwe deu uma entrevista à TV em abril que causou indignação na Bélgica. Falou que um dos sobrinhos nunca reclamou do assédio. “Não tive a sensação de que meu sobrinho era contra, pelo contrário.”

Com informação de Religión Digital